A Assembleia Nacional da França rejeitou o orçamento 2027. O assunto foi abordado nesta quinta-feira, 5 de novembro, no programa Good Morning Business, da BFM Business, apresentado por Brigitte Boucher.
Dois convidados falaram: Lionel Collet, da Haute Autorité de santé (HAS), e Jean-François Brochard, do Leem. O Leem representa as empresas de medicamentos na França. A HAS avalia os produtos de saúde.
A conversa também tratou do lugar da França na corrida pela inovação farmacêutica. O despacho disponível não detalha as falas dos convidados, o resultado da votação nem as medidas do orçamento envolvidas. Por isso, não é possível relatar as posições de cada um neste momento.
Um tema para a saúde e para a indústria
Um orçamento rejeitado deixa em aberto as questões de gastos públicos, tributação e financiamento da saúde. Para as empresas de medicamentos, essas escolhas pesam nas decisões de investimento. Para a HAS, o ponto central é o acesso dos pacientes aos tratamentos. Esse é um quadro geral: o despacho não diz o que cada convidado defendeu.
Os próximos passos dependem do governo e do Parlamento. O despacho não traz calendário. Vamos atualizar a informação assim que houver dados precisos.
O que muda para os brasileiros na França
Até agora, nada muda no seu dia a dia. As regras atuais de imposto de renda, reembolso de medicamentos e contribuições continuam em vigor. Mesmo assim, o orçamento 2027, depois de aprovado, vai definir o quadro fiscal e social do ano seguinte. Assalariados, empreendedores e aposentados que vivem na França têm interesse em acompanhar o debate. Isso vale também para brasileiros que trabalham ou investem nos setores de saúde e farmácia.