6 de novembro de 2026

França

Orçamento 2027 rejeitado na Assembleia: HAS e Leem na BFM Business

A Assembleia Nacional rejeitou o orçamento 2027. O tema foi tratado na quinta-feira, 5 de novembro, na BFM Business, junto com o lugar da França na inovação farmacêutica.

Foto : Pixabay / aslanbutlercontact

A Assembleia Nacional da França rejeitou o orçamento 2027. O assunto foi abordado nesta quinta-feira, 5 de novembro, no programa Good Morning Business, da BFM Business, apresentado por Brigitte Boucher.

Dois convidados falaram: Lionel Collet, da Haute Autorité de santé (HAS), e Jean-François Brochard, do Leem. O Leem representa as empresas de medicamentos na França. A HAS avalia os produtos de saúde.

A conversa também tratou do lugar da França na corrida pela inovação farmacêutica. O despacho disponível não detalha as falas dos convidados, o resultado da votação nem as medidas do orçamento envolvidas. Por isso, não é possível relatar as posições de cada um neste momento.

Um tema para a saúde e para a indústria

Um orçamento rejeitado deixa em aberto as questões de gastos públicos, tributação e financiamento da saúde. Para as empresas de medicamentos, essas escolhas pesam nas decisões de investimento. Para a HAS, o ponto central é o acesso dos pacientes aos tratamentos. Esse é um quadro geral: o despacho não diz o que cada convidado defendeu.

Os próximos passos dependem do governo e do Parlamento. O despacho não traz calendário. Vamos atualizar a informação assim que houver dados precisos.

O que muda para os brasileiros na França

Até agora, nada muda no seu dia a dia. As regras atuais de imposto de renda, reembolso de medicamentos e contribuições continuam em vigor. Mesmo assim, o orçamento 2027, depois de aprovado, vai definir o quadro fiscal e social do ano seguinte. Assalariados, empreendedores e aposentados que vivem na França têm interesse em acompanhar o debate. Isso vale também para brasileiros que trabalham ou investem nos setores de saúde e farmácia.